Noite

Desejo enfático pelo amanhã,

o presente,

ausente de ti,

nega-me SER!

Castigo (…). Tua ausência

fere-me profundamente

e a doce lembrança

arrasta-me à solidão.

 

Viver-te

é doce e amargo

paradoxo

ser-te!

 

Eduardo Candido Gomes

 

* Poema extraído da obra Andante.

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